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Alavanca de Cotovelo - Jim Bathurst

A alavanca de cotovelo (prancha) é uma posição onde o corpo fica na horizontal e paralelo ao chão. Mas ao contrário da planche (onde não existe um apoio ao longo do comprimento do corpo), o cotovelo usa uma alavanca dos cotovelos como um ponto de equilíbrio e de descanso do corpo. Isto torna o movimento muito mais fácil do que uma planche.

Basicamente é uma habilidade bastante simples. Há apenas uns quantos pontos-chave, a fim de encontrar a posição correcta.

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AS MÃOS
Tens que colocar as mãos no chão a largura dos ombros, com os dedos a apontar para o lado, ou até mesmo um pouco para trás. Esta orientação das mãos é essencial quando se pretende realizar o equilíbrio correctamente.

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O COTOVELO "ESPETADO"
O que é isto acerca do cotovelo estar espetado? Pois bem, como referi antes, o teu corpo está em descanso e equilibrado através do uso do cotovelo. De forma a poderes fazer isto, precisas de aprender o local correcto para colocar os teus cotovelos. Esse posicionamento é chamado de "espetar".

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Como podes ver a partir da foto acima, vais colocar os cotovelos em ambos os lados do meio. A colocação dos cotovelos é bastante intuitiva, já que os cotovelos não se vão poder juntar no meio do seu corpo, e se forem colocados mais longe então, o teu corpo não vai estar a descansar sequer.

A figura abaixo mostra uma correcta colocação do cotovelo. O cotovelo deve descansar na borda direita dos teus abdominais.

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Se fosses pegar num braço e estica-lo ao longo do corpo então irias encontrar facilmente a posição correcta. Deves sentir como se o cotovelo estivesse numa ranhura.

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Evidentemente, este é também um bom exercício para se fazer se tiveres pouca flexibilidade para realizar o "espetar" do cotovelo.
Também podes trabalhar o famoso alongamento da articulação escapulo-umeral (ombro) de forma a ajudar algum problema de flexibilidade.

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Quando os cotovelos estão "espetados", os teus braços devem estar paralelos ou ligeiramente virados para o exterior. Se tentares este movimento numas paralelas ou nas argolas, os teus braços irão definitivamente virar para o exterior, formando um trapézio no espaço vazio.

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Se os cotovelos começarem a escorregar do estômago, há duas coisas que podes fazer. Em primeiro lugar é treinar a tua flexibilidade com os exercícios que mostrei acima. Em segundo é colocar as mãos ligeiramente afastadas. Ao fazer isto, a base de incidência do trapézio (espaço entre as tuas mãos) é maior e os lados da trapézio (braços) deve-se inclinar num ângulo maior, de forma a juntar o topo da trapézio (estômago). O resultado de tudo isto é que os teus cotovelos estão "espetados" mais em direcção ao centro do seu corpo e estão menos susceptíveis de "saltarem" para fora. Confuso? Óptimo, vamos continuar.



O INICIO
Com a orientação correcta das mãos, mãos a largura dos ombros, vais querer inclinar-te para a frente e "espetar" os cotovelos, ao mesmo tempo.

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Deves começar a sentir o apoio que os cotovelos te vão dar.

Se ainda tens problemas para colocar os cotovelos. Também podes curvar as costas. Acho que isso ajuda na colocação dos cotovelos no sítio certo.

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Quer comeces numa posição mais direita ou curvado, isso não é importante se conseguires esticar a alavanca do cotovelo no final.




FIM
Depois de "espetares" os cotovelos, vais querer arquear o teu corpo de forma a que fique na horizontal. Isto vai levantar-te do chão e colocar-te em posição.

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Há três pontos principais para te lembrares quando esticares a alavanca do cotovelo. Vais estar a fazer todos estes procedimentos, ao mesmo tempo:
  • Olhar para cima - a coluna vertebral segue a cabeça, portanto olhar para cima vai-te fazer achatar as costas;
  • Levanta as pernas - vais sentir isto nos teus lombares, já que vais fazer uma hiper-extensão da coluna. Tenta ao máximo fazer a extensão tão alto quanto consigas. Apesar disso tenta não dobrar os joelhos;
  • Inclina-te para a frente - vais ter que te inclinar para a frente e abrir o ângulo dos braços de forma a te equilibrares correctamente. Á criação deste ponto segue-se:
Ah é verdade... Não te esqueças de respirar. Sei que é difícil, com os braços "espetados" no estômago, mas até ajuda para não ficares com a cara vermelha.




O BALANÇAR DOS BRAÇOS
O erro mais comum que eu vejo em relação á colocação dos braços e do equilíbrio é a manutenção dos braços num ângulo de 90 graus. Isto é simplesmente porque sentes que o ângulo do braço é mais natural quando estás a pressionar afastando alguma coisa de ti (neste caso, o solo).

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Fazendo isso vais desequilibrar o teu corpo, e as tuas pernas irão gradualmente subindo á medida que "lutas" para ficares no ar.

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Então, se te encontrares nesta posição com a cara quase colada ao solo, à semelhança da imagem, então é muitas vezes uma questão de encontrar o ângulo certo com os braços.

Em vez de fazeres um ângulo 90º graus, inclina-te para a frente á medida que endireitas o corpo. Os teus braços devem estar mais num ângulo de 135º, como na foto.

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Isto irá transferir o teu peso e equilibrar-te bastante bem. É também por isso que as mãos são colocadas com os dedos virados para o lado ou ligeiramente para trás, já que não é realmente possível colocar os braços nesta posição com os dedos para a frente. Terias que dobrar os pulsos sobre as tuas mãos.




EXERCÍCIOS SUPLEMENTARES - REVISTOS
Eu tinha anteriormente recomendado fazer Lombares(foto abaixo) como complemento para este exercício se tiveres tido problemas ao fazer a extensão do corpo. Apesar de o exercício certamente ajudar, é importante notar que o exercício irá colocar uma grande quantidade de pressão sobre a coluna vertebral (já que estão a ser realizados movimentos de hiper-extensão da coluna). Deve ser usado com cautela.

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Até mesmo a hiper-extensão, mostrada aqui, pode ser um problema, uma vez que provoca uma carga muito elevada nas costas e lombares podendo mesmo provocar lesões nalguns casos. Novamente, sente-te livre para usá-lo, mas fica ciente dos riscos que podes correr.

Uma alternativa mais segura a recomendada pela Stuart McGill é o Puxar-do-Cabo. Isto, naturalmente pode ser feito com bandas elásticas Isso vai fortalecer a tua extensão do quadril e deve permitir que mantenhas a alavanca do cotovelo de forma mais fácil.

No final, fica à vontade para utilizar todos ou nenhum desses exercícios. A simples prática do movimento, como a maior parte das competências corporal, irá também ajudar-te a melhorar a tua forma física de qualquer forma.




PARA FINALZAR
A alavanca do cotovelo é algo que deve ser praticado em sessões curtas bastante regulares, a fim de aprender a equilibrar e manter o correcto posicionamento do corpo. Cada vez que realizares uma alavanca do cotovelo vai-te parecer um pouco mais fácil.

Aqui está uma outra imagem de uma alavanca do cotovelo que eu tinha, assim, podes ver as coisas de outro ângulo.

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Estás a aguentar o corpo apenas nos teus cotovelos. Bastante simples, não achas?




ONDE FAZER ISTO?
Depois de perceberes como funciona a alavanca do cotovelo, é muito simples fazer o movimento em qualquer sítio onde metas as mãos.

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Para uma plataforma que está um pouco acima do teu quadril (ancas), podes colocar as mãos para baixo, e depois das um pequeno salto e "aterras" na alavanca do cotovel.

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Depois de aterrar nos cotovelos, é só uma questão de te esticares e endireitares. Evidentemente, certifica-te que consegues realizar esta habilidade no chão antes de começar a fazer em novas alturas.

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Como Fazer Um Tic-tac para Salto de Gato No Parkour


INTRODUÇÃO Consiste na mesma técnica de tic-tac explicada no tutorial tic-tac para subida sendo que neste caso o muro ou obstáculo não é tão alto, sendo transponível através de um apoio no obstáculo que termina em salto de gato.



TÉCNICA
Com algum balanço, efectua-se um apoio no muro, como já descrito no tutorial tic-tac para subida que é a base deste movimento. Após o apoio ter sido feito com o pé, ambas as mãos devem chegar ao topo do obstáculo e, apoiando-as completamente, deve-se subir a anca e a parte posterior do corpo tudo num só movimento de forma a se conseguir ficar de pé e prosseguir com o percurso. Neste caso as pernas ajudam não só a estabilizar mas também a colocar o corpo na posição correcta. Assim que o apoio na parede é dado, a outra perna dá um pequeno impulso para trás ajudando verticalmente. A perna que deu o impulso deve dobrar de forma a facilitar a passagem por entre os braços, tal e qual como num salto de gato cuja técnica já foi descrita no tutorial de salto de gato.

Relativamente simples, este movimento deve ser treinado inúmeras vezes sob diferentes condições. Não esquecer que o objectivo do parkour é continuar a mexer e, logo que a subida estiver concluída, deve-se prosseguir para a continuação do movimento.

Como Fazer Um Tic-tac para Braços No Parkour

INTRODUÇÃO O Tic-tac para braços é um movimento que pode ser definido como a impulsão desde um primeiro obstáculo com uma perna para chegar a outro obstáculo onde te seguras seguras pelos braços.

O Tic-tac para braços é de extrema utilidade para se conseguir mudar de direcção rapidamente e também para se alcançar um obstáculo que tenha uma altura considerável.


TÉCNICA
Começa com uma corrida, utiliza-se o pé como apoio na parede para mudar de direcção e recebe-se o outro obstáculo com os braços, logo, convém saber executar o salto de braços com algum "à vontade" porque a aterragem pode ter algum impacto e a recepção deve ser feita com ambos os pés.

Quando concluíres o movimento, podes optar por subir ou descer e continuar o percurso.

Como Fazer Um Tic Tac para Subida No Parkour







INTRODUÇÃO
O Tic-tac para subida pode ser definido como a técnica de passagem de um muro com altura suficientemente pronunciada, ao ponto de o praticante ter de se apoiar com o pé para impulsionar-se até ao topo.



ALGUNS CONCEITOS
Os traceurs não andam com sapatos especiais que lhes permitem "andar" nos muros. De nada serve ter uns ténis muito aderentes para subir paredes se depois não as conseguires subir com ténis normais.

Não é necessário "sprintar" contra a parede para chegar mais longe. De modo geral, consegue-se a mesma altura com uma corrida simples mas rápida com uma velocidade constante seguida duma pequena aceleração nos dois ou três últimos passos. Tudo depende do muro e da sua morfologia, a corrida e a chamada desempenham um papel fundamental para um bom tic-tac para subida.



TÉCNICA
Embora o parkour consista em nos movermos de um ponto a outro da forma mais rápida possível, não é raro encontrar obstáculos que, devido á altura imponente dos mesmos, á priori parecem intransponíveis. O tic-tac para subida é nestes casos a técnica perfeita para chegar ao topo. Com um treino rigoroso é possível não se perder momento aquando da execução deste movimento.

O tic-tac para subida consiste primeiramente na tomada de balanço em corrida, fixar um pé no muro de forma a se conseguir impulsão vertical, passar pela pega de uma ou ambas as mãos no topo do obstáculo e termina quando se transpuser o mesmo. A principal dificuldade é avaliar as distâncias: Onde colocar os pés, como avaliar a corrida, posicionar o corpo, etc.

Para dominar este movimento, é preciso seguir uma regra simples: não perder velocidade. Se seguires este conceito de base, o pé de apoio na parede (obstáculo) deve ser o mesmo que dá continuidade á corrida que inicias-te previamente. Também a distancia/largura dos passos deve ser a mesma quando se coloca o pé no, ou seja, se vieres com uma passada "larga", também o apoio no muro deve seguir esta passada. O pé que dá o ultimo passo antes do contacto com o obstáculo deve gerar força vertical para que se faça a conversão da energia da corrida (horizontal) em vertical.

Quanto á posição do corpo, se o apoio do pé for demasiado elevado, irás ser impulsionado para trás. Se o apoio for muito baixo, irás correr o risco de não suportares o impacto todo com a perna indo contra a parede.

Quando já te encontras agarrado na extremidade da parede surge o trabalho de braços. Aqui dependes sobretudo da força dos teus membros superiores. Para tornar esta técnica mais fluida e eficaz tens de ganhar a força necessária para subir, puxar-te e chegar ao topo do obstáculo preferencialmente num único movimento. Bons exercícios para se conseguir ganhar este tipo de força são as elevações e a planche. Aconselhamos-te a dar uma vista de olhos na secção de treino para parkour do site.



DICAS
É importante trabalhar este movimento com pouco balanço, pouca corrida, e mesmo encadeado com outros movimentos para que se consiga adaptá-lo a várias situações. Experimenta também começar a fazer este movimento com várias passadas na parede, dependendo do tipo de parede e da altura da mesma poderás notar algumas diferenças nos movimentos às quais te terás de adaptar.

Como Fazer Um Salto de Gato para Precisão No Parkour


INTRODUÇÃO O salto de gato para precisão pode ser definido como a passagem por um obstáculo, prolongando e apoiando-se nos braços a fim de passar com as pernas por entre os mesmos onde a recepção do salto é feita num local ou obstáculo preciso e limitado.



TÉCNICA
Efectuando o salto de gato das maneiras já descritas no tutorial do salto de gato, aqui aumenta-se a fasquia, colocando outro obstáculo à frente, onde irás tentar efectuar uma aterragem/recepção precisa.

Este movimento é composto por duas técnicas diferentes e como tal, deve ser executada por praticantes mais experientes.

A parte mais difícil desta técnica é ter noção da corrida e do balanço correcto a tomar para que se consiga aterrar no local certo. O importante é começar devagar e ter noção da distância que se consegue percorrer com o salto de gato. Depois basta ir progredindo sempre dentro do teu alcance. Com este salto podes atingir obstáculos ao mesmo nível ou até que estejam localizados mais acima que o obstáculo inicial.

O segredo para se conseguir o "à vontade" em qualquer situação é repetir, repetir e repetir. Deve-se treinar este movimento com diferentes obstáculos, distancias e ângulos, sempre para que te consigas adaptar a todos os casos que se te apresentem.

Como Fazer Uma Corrida para precisão No parkour




INTRODUÇÃO A Corrida para precisão ou salto de precisão em corrida, consiste em efectuar um salto em que é necessário tomar balanço para desse modo se conseguir alcançar uma distância maior que a conseguida num salto parado. A aterragem é feita num ponto preciso como um corrimão, um pilar, muro ou equivalente.


TÉCNICAS
O salto de precisão em corrida é dos saltos mais difíceis de dominar. Relembrando que um salto de precisão normal implica cair com a ponta dos pés no obstáculo de forma a evitar lesões, conseguir ter a noção exacta e ter o controlo do balanço a tomar chega a ser uma tarefa muito difícil visto que nos aproximamos do obstáculo a grande velocidade. Julgar correctamente a distancia, o "timing" do salto e a colocação dos pés é essencial para o domínio desta técnica.

Existem diversas maneiras de acertar os passos da corrida. Sendo que a preferida de muitos traceurs é contar os passos que vão tomar de balanço até chegar ao ponto da impulsão.

Com o tempo, bastará observar o espaço para se ter a noção do esforço envolvido.

No momento antes do salto convém insistir numa ligeira aceleração, os braços devem ajudar na impulsão e enquanto uma perna está a usar a força da corrida para dar o ultimo passo e saltar, a outra perna deve subir quase ao nível do peito, ligeiramente flectida de forma a dar impulso vertical.

Aconselha-se o treino deste tipo de saltos apenas com 3 passos de corrida para um total domínio do movimento e porque em muitas situações esse é todo o espaço que se tem para correr.

Como Fazer Um Braços para Braços No Parkour


estavo preocurando mais videos de parkour e encontrei esse tuturial de como fazer, "braços para braços".

INTRODUÇÃO O salto de braços para braços poder ser definido como o movimento em que estamos numa posição de pega, seguros pelos braços, e projectamo-nos para a mesma posição mas noutro obstáculo.

TÉCNICA
Este movimento é muito utilizado em obstáculos próximos uns dos outros. Existem duas maneiras de executar este movimento.

A primeira serve sobretudo para ganhar altura e distância. Estando posicionado com os pés lado a lado, puxar com os braços, e dar um passo vertical na parede, aqui terás de conseguir coordenar o movimento de subida com a impulsão que terás de efectuar com a perna que acabou de subir.

A segunda serve sobretudo para alcançar obstáculos que estejam numa posição relativamente mais baixa que a inicial. Desde a posição inicial, pernas dobradas, pés juntos, seguro com os braços no obstáculo. Salta desta posição e está o máximo atento ao obstáculo onde irás aterrar

É de lembrar que tal como no salto de braços normal, deve-se aterrar sempre com ambos os pés e, dependendo de alguns factores como a distância vertical ou horizontal entre objectos, deve-se cair em primeiro lugar com os pés ou então com os pés e mãos ao mesmo tempo. Com a prática irás sentir quando e como deves cair no obstáculo.

Tutorial Basico Do Le Parkour


eu estava preocurando alguns novos movimentos para eu treinar e acabei encontrando esse tuturial no youtube, e resolvi postar aqui para vocês que querem aprender mais movimentos, e mesmo que vocÊ saiba fazer os movimentos olhe o video que você vai ficar bem melhor nos seus movimentos, aqui voce vai aprender a fazer os movimentos sertos, e ainda a musica é muito boa não deixe de assistir, agora mesmo as 10 horas e 40 minuto, eu e mesmo amigos praticantes vamos treinar aqui na praça vlw fui.

Como Fazer Um Tic tac No Parkour


INTRODUÇÃO O Tic-Tac pode ser definido como o efeito de ressalto através de um apoio instantâneo sobre um muro, ou outro obstáculo para passar um segundo obstáculo.



TÉCNICA E CONSELHOS
Não existe grande técnica a não ser repetir, repetir e repetir, se não se consegues é provavelmente por falta de força muscular ou coordenação. É necessária impulsão e força de pernas. O mais importante no tic-tac é variar nas condições de treino, como por exemplo usar o tic-tac para diferentes obstáculos a transpor, diferentes locais onde nos apoiamos como o pé. etc. Não se deve dobrar demasiadamente as pernas, de facto a sensação que transmite este movimento é de que a perna, mantém-se quase que esticada.

Como Fazer Um Salto de Precisão No Parkour




INTRODUÇÃO
O salto de precisão pode ser definido como o salto realizado com ou sem balanço para atingir determinada distância.

TÉCNICA
Não existe uma técnica particular, é necessário trabalhar bastante bem o salto em comprimento para conhecer os passos a e a coordenação necessária.

Quando se salta para atingir um pequeno obstáculo, é necessário ter em atenção que a recepção deve ser feita o máximo possível na ponta dos pés, sem colocar em perigo o praticante.

É de lembrar que quanto mais correcta for a utilização das pernas e dos braços neste movimento, maior será a distancia alcançada. As pernas não devem dobrar num ângulo abaixo dos 90º servindo como que de mola ao movimento e os braços devem puxar o corpo na direcção desejada, quanto mais esticados estes estiverem, maior o alcance.

Como Fazer Um Salto de Braços no parkour


INTRODUÇÃO O Salto de braços pode ser definido como o salto de um muro ou de uma posição, em que saltamos para outro ponto efectuando a recepção com os braços.


CONSELHOS
Atenção a este movimento, os saltos de braços são na sua maioria perigosos. E pode ser complicado também perceber o que vai acontecer se nunca se tiver realizado este tipo de saltos antes, as mãos podem escorregar, falhar o agarre, colocar as pernas demasiadamente alto, não ter força nos tornozelos para aguentar o impacto, alcançar o obstáculo com as mãos em primeiro lugar, etc... o resultado é que a queda pode acontecer e vamos estar numa posição pouco recuperável sendo que é muito provável cair de costas ao falhar um salto de braços podendo criar lesões nas costas, cabeça, coluna. etc. O importante é progredir suavemente e com coerência.


QUE MÚSCULOS TREINAR?
É necessário treinar os braços, ter um antebraço sólido para que os dedos não falhem no agarre. Treinar os músculos responsáveis pela articulação dos tornozelos, nomeadamente os gémeos. Os abdominais são também muito importantes num salto de braços quando o agarre se encontra ao mesmo nível dos pés ou mesmo num nível inferior.

Como Fazer Um Rolamento No Parkour





INTRODUÇÃO O rolamento pode ser definido como o amortecer da queda, rolando desde o ombro até á anca do lado oposto, com o objectivo de dispersar a energia vertical em horizontal.


CONSELHOS
O enrolamento deve ser sempre bem efectuado, enquanto as outras técnicas têm sempre uma margem de manobra, um rolamento mal efectuado causa dor imediata.

O rolamento de ginástica é extremamente desaconselhado. Estarás a rolar sobre a coluna no chão em betão ou cimento depois de uma queda de vários metros, pelo que o enrolamento deve ser o mais lateral possível.

Em casos raros o enrolamento pode servir para amortecer a queda vindo em mergulho, ou seja, de cabeça primeiro.


TÉCNICA
A aprendizagem deste movimento pode demorar anos até estar totalmente controlada, portanto não te surpreendas se ao fim de um mês de treino ainda não conseguires efectuar o rolamento em condições.

É preciso "rolar" e não colocar as partes do corpo em bloco no chão, o mais provável é nas primeiras tentativas magoarmos a zona lombar junto aos ilíacos se treinarmos isto em chão duro.

Este salto não implica:
  • cair no chão, depois amortecer com os braços e depois enrolar;
  • bater com o joelho no chão;
  • bater com o ombro ou a cabeça no chão.
Uma vez que pensamos ter o movimento controlado, este deve ser treinado em diversas situações, em "sprint", no betão, sem velocidade horizontal, etc.

Este movimento deve, tal como todas as técnicas, ser alvo de adaptação e procurar movimentos de acordo com a sua morfologia. Experimenta variar para poder criar a tua própria opinião.



EVOLUÇÃO
O enrolamento aqui explicado deve ser seguído por todos os iniciados no mundo do parkour. Este serve sobretudo para dispersar a energia de pequenos saltos sendo que, quando a tua prática no parkour evoluir e começares a praticar saltos de alturas consideráveis, a tua técnica de enrolamento deverá também ter evoluído a partir da técnica aqui ensinada. Ou seja, tens de conseguir adaptar o enrolamento à medida que aumentas a altura do teu treino.

Como Fazer Uma Recepção No Parkour




INTRODUÇÃO
A recepção ou salto de Fundo é um salto vertical e horizontal descendente muitas vezes seguido de um movimento designado por "enrolamento", consistindo em saltar de um ponto mais alto para outro mais baixo, a trajectória horizontal é reduzida.


TÉCNICA
Apenas as pontas dos pés caem no chão. Nunca se deve aterrar um salto de fundo com os calcanhares, sob risco de lesão grave na coluna, joelhos e pés. É perfeitamente possível usar os braços para ajudar a amortecer o impacto com o solo. Regra geral, uma boa aterragem é uma aterragem silenciosa. O impacto é mais facilmente repartido gradualmente do que com uma pancada seca. Alguns traceurs recomendam não dobrar as pernas num ângulo superior a 90º porque os músculos irão ter uma performance inferior e as articulações irão sofrer uma pressão maior. Recomenda-se treinar as pernas, nomeadamente os quadricipedes, de qualquer forma, utiliza sempre o bom senso.

Existem dúvidas em relação a usar o enrolamento quando o salto é apenas vertical. Regra geral hão se utiliza mas depende inteiramente da situação e do traceur em questão.


QUE MÚSCULOS TREINAR
Os músculos das pernas e das costas irão ressentir-se quando se praticam estes saltos em demasia. Há que ter sempre em atenção que todo o corpo absorve impacto, e não apenas as pernas.

Para os iniciados o salto de fundo é muito perigoso a longo prazo para as articulações, mesmo que não se sinta dor no momento da execução, as cartilagens, ossos e articulações podem demorar meses ou anos a apresentar o desgaste sofrido.

O salto de fundo deve ser treinado com moderação, pois os seus benefícios são mínimos comparados com os problemas que podem causar. Este tipo de saltos a 2 metros de altura já são considerados prejudiciais. Treina-los com repetições é recomendado apenas com semanas de descanso entre treinos.

É normal ao inicio dos treinos de parkour ter dores nos pés, ao nível de tornozelos e mesmo nas plantas dos pés.

Deve-se ter em atenção que, se as dores persistem ao fim de algumas semanas deve-se sempre consultar um médico ou especialista.

como fazer uma passagem francesa no parkour


INTRODUÇÃO Esta passagem é também conhecida como passagem "à Vigroux", já que foi este quem popularizou a técnica.
A passagem francesa faz parte das técnicas referidas no tutorial passagem de transposição e pode ser definido assim:

Passagem em muro, corrimão ou equivalente em que abordamos o obstáculo na lateral ou diagonal e com o apoio da mão que estiver mais próxima do obstáculo, passamos a perna que estiver mais afastada sobre o mesmo terminando com a o apoio da outra mão que nos projecta e permite continuar a passada.

Vantagens e desvantagens:
Resolvemos destacar esta técnica pelas diversas vantagens da mesma em relação a outras: requer pouco esforço para se conseguir dominar comparativamente a outras técnicas de passagem. A forma como se termina esta técnica permite retomar a corrida sem perder velocidade e o modo como é iniciada permite continuar movimentos que nos tenham dado uma certa rotação. Facilmente colocamos a passada pronta para outro movimento.

Este movimento tem muito poucas desvantagens, normalmente quando encaramos o obstáculo de frente, temos de ajustar a nossa posição para poder executar a técnica na perfeição, normalmente basta inclinar o corpo para um lado. Exige treino repetitivo para executá-la em grande velocidade. O habitual é esta técnica surgir naturalmente em spots densos com obstáculos muito perto uns dos outros e é muitas vezes ligada a outros movimentos.



DICAS
É igual á passagem rápida mas a perna oposta passa primeiro, como o objectivo deste movimento é apenas passar um pequeno obstáculo, exige coordenação. Pelo que aconselhamos a decompor a técnica contando os passos da seguinte maneira.
  • o muro está do meu lado esquerdo portanto vou lá colocar a mão esquerda;
  • dou um passo atrás com a perna direita pois sei que esta é a que vai passar por cima primeiro;
  • dou balanço com o braço oposto e apoio-me na mão esquerda. A perna direita passa e faço isto tudo num só movimento fluido;
  • a mão direita estabiliza e tento não pender para nenhum lado, foco-me na corrida;
  • continuar o percurso.

como fazer uma passagem no parkour


INTRODUÇÃO A passagem (de transposição) pode ser definida como a técnica de passagem numa barreira, muro ou equivalente através dum salto que envolve o apoio de mãos, quer por cima quer por entre o obstáculo.

É possível que este termo confunda certas pessoas porque engloba uma diversidade de movimentos mas regra geral uma passagem serve simplesmente para ultrapassar um pequeno obstáculo.

TÉCNICA O termo passagem é uma adaptação genérica que engloba vários movimentos possíveis. É possível que já tenhas visto vários vídeos e fotos com todo o tipo de passagens, para que não se crie confusão, relembramos que apenas os movimentos de deslocação verdadeiramente eficazes são essenciais no parkour. E portanto, todo o movimento supérfluo não faz á priori parte do parkour sendo deixado para outro tipo de treinos.

Para se passar um muro a meia altura, o praticante vai provavelmente precisar de dividir o movimento em etapas:
  • saltar depois de tomar balanço, pousando a mão num dos lados;
  • lançar as pernas para o lado oposto;
  • receber o impacto sem descontinuar a viagem.
Pode parecer simples mas é necessário esforço para passar o corpo todo sobre um muro com uma base de suporte limitada, quando estamos em corrida.

PASSAGEM RÁPIDA Este tipo de saltos é dos mais úteis e dos mais simples de executar quando se lhe apanha o jeito. Conserva toda a velocidade tomada e exige pouco esforço por parte do praticante.

A técnica parece pouco intuitiva para alguns mas consiste basicamente numa pequena tomada de balanço seguida de um salto por exemplo com o pé direito. Saltando com o pé direito apoiamos a mesma mão no obstáculo e aterramos em passada, prosseguindo com a corrida. Está feita a transposição rápida.
Embora simples, esta técnica é difícil de descrever por palavras, deve ser treinada inúmeras vezes. 

PASSAR POR DEBAIXO DO OBSTÁCULO Com os pés em primeiro ou em ultimo lugar, cada técnica tem vantagens e desvantagens.

Com os pés primeiro, existe a vantagem de se poder retomar a corrida de forma rápida e de se poder entrar no movimento sem necessidade de parar. O problema é que existe o risco de se bater com as costas no obstáculo que esteja imediatamente abaixo. Torna-se também difícil perceber o que está do outro lado do obstáculo e podemos ser surpreendidos.

Com os pés em último lugar, existe a vantagem de se poder passar com um pouco mais de controlo, no entanto a velocidade é perdida para ajustarmos a altura à do obstáculo. Este movimento é óptimo para se perceber o que está do lado oposto e se poder ver onde se vai efectuar a pega com as mãos.

Seja qual a técnica a adoptar, o melhor é quebra-la em movimentos mais pequenos de forma a poder ser estudada melhor e gradualmente ir aumentando a velocidade. Cuidado sobretudo com as pernas, é inútil ir depressa para bater com a cabeça.

PASSAGEM CONTRÁRIA Esta técnica é útil em casos muito raros, mas como existe essa possibilidade, este movimento pertence a esta categoria. Pode servir sobretudo quando se vem duma sequência de movimentos e o praticante se encontra demasiado perto do obstáculo a transpor e com alguma velocidade horizontal, nessas ocasiões, a passagem contrária aparece naturalmente.

Técnica
Esta passagem pode ser efectuada com ambas as mãos ou apenas com uma.

A passagem com ambas as mãos é mais fácil para quem se começa a iniciar agora no parkour, começa-se o movimento de forma semelhante á meia-volta, e segue-se com meia rotação para se ficar de frente para o mesmo sentido em que seguíamos.

A passagem com apenas uma mão é mais rápida e, sendo que apenas uma das mãos toca no obstáculo bem mais perigosa.

Dicas
Treinar sempre para ambos os lados da rotação. Se nos habituamos apenas a rodar para um dos lados, vamos estar em duvida num caso em que rodar para o lado contrário seria uma solução mais simples caso houvesse desenvoltura e treino para se efectuar o movimento. 
 
 

Com fazer Uma Meia Volta Le Parkour


INTRODUÇÃO A meia volta pode ser definida como o meio mais simples para nos encontrarmos seguros no outro lado de uma barreira ou corrimão num único movimento.


TÉCNICA Começa-se por colocar as mãos de modo inverso sobre a barra. Quer isto dizer uma mão virada para a frente e outra virada para baixo. Testa para ver qual dos lados te dá mais jeito saltar. Mas lembra-te que terás de treinar o movimento para ambos os lados do corpo. Saltamos em função do obstáculo, salta-se um pouco mais alto se do lado onde pretendemos cair é escorregadio de modo a dar mais margem de manobra e controlo. Usam-se os braços para efectuar a maior parte do amortecimento da queda e virar o corpo. Normalmente tenta-se manter o corpo por cima dos braços, se te lançares demasiado longe do obstáculo, os braços que já estarão esticados terão grande dificuldade em amortecer o impacto e estarás sujeito a uma grande força no momento de impacto com os pés. Olha-se sempre para onde os pés vão ser colocados durante o salto e faz-se os possíveis para amortecer com um movimento curto das pernas, os pés não devem escorregar na maioria das situações. Não existe uma única técnica para este movimento, cabe a cada um definir o que lhe mais convém.

INTRODUÇÃO A meia volta pode ser definida como o meio mais simples para nos encontrarmos seguros no outro lado de uma barreira ou corrimão num único movimento.


TÉCNICA
Começa-se por colocar as mãos de modo inverso sobre a barra. Quer isto dizer uma mão virada para a frente e outra virada para baixo. Testa para ver qual dos lados te dá mais jeito saltar. Mas lembra-te que terás de treinar o movimento para ambos os lados do corpo. Saltamos em função do obstáculo, salta-se um pouco mais alto se do lado onde pretendemos cair é escorregadio de modo a dar mais margem de manobra e controlo. Usam-se os braços para efectuar a maior parte do amortecimento da queda e virar o corpo. Normalmente tenta-se manter o corpo por cima dos braços, se te lançares demasiado longe do obstáculo, os braços que já estarão esticados terão grande dificuldade em amortecer o impacto e estarás sujeito a uma grande força no momento de impacto com os pés. Olha-se sempre para onde os pés vão ser colocados durante o salto e faz-se os possíveis para amortecer com um movimento curto das pernas, os pés não devem escorregar na maioria das situações. Não existe uma única técnica para este movimento, cabe a cada um definir o que lhe mais convém.


DICAS PARA MELHORAR A TÉCNICA Podemos saltar com os pés afastados para maior velocidade, mas isso exige mais controlo e técnica. Não esquecer de treinar ambos os lados, normalmente vamos ter sempre opção mas pode acontecer estarmos numa situação em que a meia volta só poderá ser feita para o lado em que não estamos habituados a praticá-la.